segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ela assiste a escuridão rastejar, oh
Vindo pela uma metade após o dia
Ela se senta chorando sob o salgueiro
Tão triste que mal pode expressar
Ela sonha em algum dia sair desse lugar
Ela diz que nunca se sentiu em casa
Mesmo em sua própria cara.


Eu sei que não será longo
Até você se torne uma borboleta
Eu sei que você está fraca e você está esperando
Vamos de outra tentativa


Ela sonha com os pousos e aquelas asas
Que parecem pára-quedas
Ela sonha com cachoeiras
Ela varre seus pés por debaixo de você
Ela encontra seu conforto interno
Histórias para dormir e contos de fadas
Qualquer coisa com um final feliz
Ela diz que isso nunca pode apagar

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